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Archive for março \26\UTC 2011

Eu sempre ouço falar de alguns relacionamentos que dão certo devido à redes sociais. E confesso que durante muito tempo achei isso um tanto quanto estranho. Talvez por um trauma que eu tive na minha adolescência, vou explicar o trauma pra poder continuar minha linha de pensamento.

Pois é, era uma vez…

Eu devia ter uns 17 anos e ainda não tinha aprendido que quando uma amiga faz muitos elogios de um cara pra você provavelmente é um cara que ela não pegaria! E foi exatamente isso, minha amiga queria me apresentar um colega, cujo qual havia atribuído inúmeras qualidades. Eu acreditei! E marcamos de nos encontrar na paróquia do bairro, o point na época  dos adolescentes daquela região. Quando cheguei lá, comecei a aprender a lição aos poucos. Tá, fisicamente o rapaz não me atraiu, mas tudo bem, naquela época eu já era metida a intelectual e o que mais importava era a conversa que iríamos ter. E eis a conversa, o rapaz não parava de rir. A principio por educação, eu lhe dei uns sorrisos, mas com o passar dos minutos já estava preocupada se aquela crise nervosa iria passar das risadinhas desengonçadas. Por fim, acabei dando um jeito de voltar pra casa e daquele dia em diante todos os meus relacionamentos aconteceram sem a ajuda de nenhuma amiga, assim no acaso.

E quando eu ouvia a respeito das histórias da internet eu ficava associando a essa história, sem citar também o fato de eu achar um pouco perigoso.

Mas sabe como é, a vida dá voltas…

Então vou logo ao ponto, há alguns meses em um desses finais de semana em que não se tem nada pra fazer e o que mais se quer é não ser solteira, eu disse a mim mesma:

– Quem sabe eu não arrumo um namoro pela internet!

Eu vivia recebendo convites no meu e-mail, dessa vez eu não descartei. Entrei no “tal site de relacionamentos”, cadastrei meu perfil, coloquei a melhor foto e pronto, era a hora da caça!

É certo que ali atrás da telinha do micro tem um ser humano igual a você e isso é o suficiente para respeitarmos aqueles com quem teclamos, pude perceber que há interesses diversos por pessoas que procuram usufruir daquele site. Algumas pessoas procuram um relacionamento sério, outras um meio de marcar um encontro de uma noite só, e etc. Respeito o interesse de cada um. Conversei com pessoas legais, alguns com xavecos furados, mas nenhum que tenha passado dos limites que meu próprio perfil impôs.

Depois de algumas conversas acabei me interessando por um rapaz, gostei da sua foto de perfil e a sua conversa era agradável ao extremo, éramos tão parecidos que a impressão que eu tinha era a de que éramos almas gêmeas. Depois de uma semana, conversando todos os dias, resolvemos marcar um encontro. Nem preciso dizer que eu estava ansiosa e feliz, afinal ele não poderia ser tão diferente das fotos e nem o seu jeito de pensar. Enquanto eu estava a caminho do local de encontro, eu pensava que eu iria ser mais um número da porcentagem dos relacionamentos iniciados pelas redes sociais. Marcamos de nos encontrar em local público e tomei todas as providências que julguei necessárias por medidas de segurança.

A hora tão esperada chegou, ele apareceu no ponto de encontro.

Era ele mesmo, nem precisava se apresentar. Era o cara da foto, mas ao mesmo tempo não era ele! E essa sensação foi aumentando com o andar da conversa, ele dizia as mesmas coisas, mas era de outra maneira.

Resumindo, consegui contornar a situação e arrumar uma desculpa pra não ficar mais tempo, foram exatos 30 minutos para me convencer de que era ele e não o seu irmão gêmeo se passando por ele.

Por que o titulo namoro por encomenda?

Pra mim não deu certo, mas ainda acredito na possibilidade de alguns relacionamentos surgirem pelas redes sociais. Não que esses sites sejam milagrosos, na verdade acho que é um chute no escuro. O que os favorece é que o destino age por meios distintos e surpreendentes, até mesmo por meio da internet.

O amor não é fast food, acontece na hora certa.

Meu conselho é que se quer o amor tanto quanto eu, abra o seu coração. Deseje, este é o primeiro passo, porque o desejo traz a realização pra mais perto e viva de uma maneira que se o seu amor aparecer e você não o reconhecer, ele não queira fugir por alguma atitude sua.

Um grande abraço,

E boa sorte pra todos nós!

Viva o amor! Viva as relações! Virtuais ou não.

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Quase todo mundo tem uma válvula de escape. E a vítima é sempre a pessoa menos merecedora desse cargo.

A válvula de escape é sempre aquela pessoa capaz de exercitar a paciência, e nos deixar com a consciência pesada quando depois de muito trabalho resolve abandonar essa função.

Então, o caminho é o seguinte:

Algumas maneiras de se evitar o uso de válvulas de escape.

“Procure ser sincero consigo mesmo, sabemos que o “não” é uma palavra não muito receptiva, mas se tiver que dizê- la o faça, não diga um sim passado engasgado pela garganta para alguns e depois grosserias fruto desse stress para outros que não te obrigaram a fazer isso.”

“Quando você começa a colocar a culpa em todo mundo, é o extrapolo do uso das válvulas de escape. Cuidado! O errado da história possivelmente é você.”

“Separe a sua vida por departamentos. É comum pessoas chegarem exaustas do trabalho e depois de um dia de médias sociais incorporar uma figura medonhamente mal humorada ao entrar na porta de casa. Membros da família são as vítimas mais comuns para o cargo da válvula de escape. Conscientize- se de que são ambientes diferentes e que o lar foi feito pra ser doce, e aproveitando, já que o trabalho acaba sendo nosso segundo lar tente fazê- lo agradável também.”

” E por fim, o respeito ainda é o meio mais prático para se chegar a convivências saudáveis. Gosta de ser respeitado? Então lembre- se disso quando pensar em utilizar alguém para descarregar as suas energias negativas. Há sempre um meio inteligente e positivo para melhorar o quadro de nossas insatisfações.”

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Pra começar…

Meu nome não é Sofia. Mas eu gosto desse nome, e como resolvi fazer esse blog no intuito de relaxar um pouco, nada melhor do que não ter o compromisso de assinar por aqui.

E pra quem costuma ser politicamente correta, ter uma identidade virtual com nome falso é uma adrenalina!

Tá, nem tanto.

Por enquanto?

 

 

assinado…  Sofia

 

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