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Archive for novembro \24\UTC 2011

Pela manhã me encantei com uma imagem cotidiana, era um casal que estava à minha frente andando de mãos dadas. Eu fiquei olhando a mão dele sobre a dela, cobrindo-lhe tão carinhosamente. Tenho certeza de que eu vejo essa imagem muitas vezes durante o meu dia, mas não estou em uma daquelas situações onde o observador sente- se carente ao ver o mundo apaixonado ao seu redor, e talvez por isso estes casais me passem despercebidos.

Achei bonito, mas sem sensações de ansiedade ou carência. Não que eu seja inabalável, mas estou em um momento de acreditar nas razões do Tempo.

O amor acontece!

Pode parecer piegas, mas eu acredito no amor!

 

Sofia

 

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Romântica à moda antiga, nasci pra ser cortejada. Este cortejo é simples, tem que ter respeito, atenção, entre as manifestações de carinho mais comuns. É preciso ter vários primeiros encontros pra tocar aqui no meu coração.

Mas, desprevenida, não sabia que o encanto surgiria assim, na primeira vez em que eu o vi. Um encanto tão despretensioso, que não me vinha à imaginação que um dia… depois de meses…

Nos encontraríamos…

– Um beijo!!!

Espera aí, o mundo realmente parou! E não é que parecia que eu estava em um sonho. E sonhos, sabem como é, passam muito rápido.

Quando eu me despedi, já sabia e disse pra mim mesma:

– Ele não vai ligar.

Meu lado otimista reagiu:

– Mas, por que está pensando assim? Deixe de lado estas incertezas e seja feliz.

Respondi à mim mesma:

– Ser feliz, eu vou. Mas, tenho certeza de que ele não vai ligar por um motivo certeiro, ele não pegou o meu telefone!

Sofia

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Quem nunca se sentiu nesta…

Quadrilha

João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou pra tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.

Carlos Drummond de Andrade

                                                    ???                                                            Quando lemos a citação acima escrita com as palavras de outro autor fica mais fácil compreender estes desencontros por quais passamos. É preciso passar por olhares não correspondidos, por beijos não dados, por esperas momentâneas com cara de eternas e até pelo desconforto de não poder retribuir um carinho recebido da mesma maneira… é preciso passar por todos estes desencontros de interesses para que haja o encontro. Talvez este encontro não seja com o outro, mas com você mesmo.

“Eu sei que o meu sorriso é muito mais importante para ele do que para outros,

Assim como a risada do outro me encanta mais do que as outras para quem ele sorri,  

E deixo que isto aconteça naturalmente, sem cenas trágicas

Vivo a emoção de me encantar e de encantar mesmo que ainda não seja em um encontro.”

    

Sofia

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